10 outubro, 2003

Castro e Brito tem-nos habituado a uma escrita simples, mas directa. As suas crónicas no DA são de leitura obrigatória. Aponta o dedo sem ferir.
Transcrevo aqui, com a devida vénia, parte do seu mais recente contributo para a discussão sobre as POLI'sses de Beja:

"Agora que vêm vindo à luz as obras do Programa Polis, alguma população e o comércio local (completamente cilindrado pelas grandes superfícies) e os que mais sofrem com as obras, comentam: A Praça da República não ficou beneficiada, o Jardim do Bacalhau já não tem a forma do fiel amigo, o quiosque tomou a forma de “bunker” talvez para refúgio numa próxima guerra, o lago foi substituído por uma charca que acumula lixo, e o objecto vermelho não identificado que poisou no Largo de S. João é desproporcional ao espaço onde está inserido. Todos sabemos que é natural a resistência à mudança, mas que dizer quando se questiona, se o dinheiro gasto não seria mais bem empregue para abrir o cinema Pax-Júlia à população, visto o do Melius ter sempre a lotação esgotada? Ou será que este tipo de cultura não tem cabimento na agenda da autarquia?"
É mais uma voz que se junta à estupefacção.

Sobre a escultura a que se refere a foto aqui editada, pretendo trazer à Praça as explicações da sua autora. No mínimo, bizarras.

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